Obra da Transbrasil é suspensa por dívida do município

O consórcio, formado pela Odebrecht, Queiroz Galzão e OAS, responsável pela construção do corredor Transbrasil vai paralisar as atividades, sem prazo para retomar os trabalhos. As empreiteiras reclamam uma dívida de quase R$ 140 milhões da prefeitura.

Depois da suspensão de todos os pagamentos do funcionalismo e dos fornecedores pela Secretaria Municipal de Fazenda, na terça-feira (17/12), o consórcio decidiu dar férias coletivas de 30 dias para todos os operários a partir de sexta-feira (20/12). Os trabalhadores ainda não receberam a segunda parcela do 13º.

O prefeito Marcelo Crivella havia prometido entregar as pistas do corredor exclusivo antes do fim do ano. Em agosto, durante uma sessão da CPI da Intervenção no BRT, na Câmara Municipal, o ex-interventor Luiz Alfredo Salomão, disse que o prazo era “irreal”. A promessa inicial era de que o corredor Transbrasil seria entregue para as Olimpíadas de 2016. Depois de sucessivas paralisações, a obra foi retomada, mas a conclusão será novamente adiada.

Entrega do trecho de piso rígido

Foi marcada para a partir das 4h desta quinta-feira (19/12), a libração ao trânsito do trecho de pavimento rígido concluído na pista central da Av. Brasil, sentido Centro, entre a Rua Santos Lima e a Rodoviária. Segundo a Prefeitura, a entrega aumentará a capacidade na pista central da via, na chegada à Rodoviária, possibilitando uma melhor organização dos fluxos de entrelaçamento dos veículos que se dirigem tanto para a Av. Francisco Bicalho quanto para a Rodoviária.

Foto: Fernando Frazão

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