Como se proteger do coronavírus no transporte público

Uma das recomendações para evitar a contaminação pelo novo coronavírus é evitar lugares fechados, sem ventilação e aglomerações. A UFRJ lançou na manhã desta quarta-feira (11/03) um site para que o público possa se informar sobre prevenção e os riscos do Covid-19.  A plataforma oferece orientações à população, recomendações, notícias e material informativo de acordo com as diretrizes do grupo de trabalho da UFRJ sobre a doença.

Passageiros de ônibus, trem, metrô, VLT e barcas devem tomar algumas precauções já que o vírus pode sobreviver na superfície de bancos, barras de apoio e teclado de máquinas de comprar bilhetes. Confira as recomendações para reduzir o risco de infecção:

Depois de usar o transporte público, higienize as mãos antes de manusear qualquer coisa ou tocar seu rosto. Vale usar álcool em gel em concentração de 70%, assim que sair do ônibus, do trem ou do metrô ou lavar as mãos por 20 segundos quando chegar a um banheiro;

Quando estiver no transporte público, evite tocar seu rosto, porque as gotículas de saliva com vírus podem entrar pelos olhos, nariz ou pela boca e causar uma infecção;

Se possível, evite segurar nelas ou tocar os bancos. Ou use um lenço descartável para fazer isso;

Se estiver tossindo ou espirrando, leve lenços descartáveis para proteger a boca e o nariz. Se estiver se sentindo doente, o melhor a fazer é evitar usar meios de transporte público.

As máscaras de proteção (descartáveis) devem ser utilizadas pelos doentes (quando em contato com outros indivíduos) e pelas pessoas diretamente envolvidas no tratamento.

Deve ser levado em consideração, contudo, que apenas o uso de máscaras, sem a adoção de outras medidas de proteção (como lavar as mãos), é ineficaz.

A Organização Mundial da Saúde decretou, nesta quarta-feira (11/03), a situação do Covid-19 como uma pandemia. Diante disso, o Ministério da Saúde não terá mais uma lista de países com transmissão local para considerar um viajante com sintomas como caso suspeito. Dessa forma, qualquer pessoa que tenha vindo do exterior e tiver sintomas da doença, passará a ser considerada como caso suspeito, independentemente do país de origem.

De acordo com o boletim mais recente da Secretaria de Estado de Saúde, emitido por volta das 19h desta quarta-feira, há 13 casos confirmados no Rio, sendo 11 na capital, um em Niterói e outro em Barra Mansa. Outros 88 casos suspeitos são monitorados.

Foto: divulgação

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