Em quase um ano de operação exclusiva nos transportes municipais, o Jaé conta com 4,5 milhões de usuários cadastrados e uma média de 3,1 milhões de viagens por dia. O sistema de bilhetagem eletrônica também passou a ser usado, este mês de julho, para o pagamento do Rio Rotativo Digital, novo sistema de estacionamento carioca.
Com o fim do recebimento de dinheiro em espécie, em junho, o Jaé se tornou a única forma de embarque no BRT, VLT, vans e ônibus que operam no município. No validador é possível pagar com PIX, pelo aplicativo e com o cartão físico.
O pagamento pelo Riocard só pode ser efetuado por usuários do Bilhete Único Intermunicipal (BUI).
Com a mudança, a integração do Bilhete Único Carioca (BUC) é feita exclusivamente pelo cartão Jaé preto. O cartão avulso do Jaé (verde) deixou de ser aceito nas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca (BUC) e do Bilhete Único Margaridas (BUM).
A recarga de créditos em dinheiro está disponível nas máquinas de autoatendimento (ATMs) do Jaé, em cerca de 2 mil pontos de recarga espalhados pela cidade e nas bilheterias dos terminais do BRT. Pelo aplicativo é possível recarregar o saldo por PIX ou crédito, com liberação imediata para uso.
Estacionamento digital
Depois da consolidação do serviço nos transportes municipais, o Jaé ganhou nova função. O aplicativo é usado para pagar o Rio Rotativo Digital, novo sistema de estacionamento tarifado da cidade do Rio, que acabou com os talões de papel. Em três dias de funcionamento (17,18 e 19/07), foram realizadas mais de 7,6 mil validações no Jaé, nas vagas do projeto-piloto na Lagoa Rodrigo de Freitas. O pagamento é feito com créditos da carteira do aplicativo, adquiridos via Pix ou cartão de crédito.
Até que enfim o Jaé está fazendo alguma coisa boa.
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