Rio registra risco alto para a covid-19 nas 33 regiões administrativas

A prefeitura do Rio divulgou, nesta sexta-feira (22/01), o terceiro boletim epidemiológico, em que mostra todas as 33 regiões administrativas da cidade com alto risco para a Covid-19. Na semana anterior, eram 28 nesse estágio, e outras cinco em risco moderado. O aumento da última semana foi registrado principalmente nas favelas: Rocinha, Jacarezinho, Alemão e Maré, além de Realengo, que até a semana passada estava em moderado.

O prefeito Eduardo Paes destacou que, se os comerciantes e a população não se conscientizarem sobre a gravidade da situação, a fiscalização vai se intensificar e as medidas serão ainda mais restritivas. “Quero mais uma vez deixar este recado claro. Este verão não é igual aquele que passou. Aqueles que acham que vão ficar na festa, fazendo aglomeração, deixem de ser burros porque vocês estão matando pessoas. Não é admissível que a gente continue neste ritmo. Ninguém está proibido de sair de casa, de frequentar os espaços públicos, comércio, restaurantes e bares, mas tem que respeitar as regras. Sair disso é falta de consciência, de compaixão, de empatia”, alertou Paes.

Mais de 42 mil vacinados até o momento

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vacinou até esta quinta-feira 42.563 pessoas dos grupos prioritários em 604 pontos de vacinação espalhados pela cidade, o que torna o Rio a cidade que mais vacinou no Brasil. Foram imunizados 35.130 profissionais de saúde, 6.624 idosos que vivem em asilos, 623 pessoas com deficiência institucionalizadas, 143 quilombolas e 43 indígenas aldeados.

A campanha de vacinação continua, neste primeiro momento, voltada para: 1) trabalhadores de saúde que atendem diretamente a pacientes com Covid-19; 2) profissionais da Atenção Primária envolvidos na campanha de vacinação; 3) considerando a necessidade de retorno às atividades – recompondo a força de trabalho nos hospitais da rede – também os profissionais de saúde que atuam em CTI, urgência e emergência e que estavam afastados por idade ou comorbidade; 4) idosos e deficientes que vivem em instituições de longa permanência e os profissionais que trabalham nesses locais; 5) grupos indígenas e quilombolas.

É importante destacar que, apesar de a vacinação ter começado, os cuidados e as medidas de proteção à vida devem continuar sendo observados pela população. É imprescindível que as pessoas continuem a usar máscaras, a higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool em gel a 70% e a manter o distanciamento social de pelo menos dois metros.

Foto: Divulgação

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